quinta-feira, 19 de março de 2015

Sylvia Dreher Jóias Assinadas

Nem sei como acabei conhecendo a Sylvia. Foi em uma das minhas furungações na internet. E nos tornamos amigas virtuais.

Foi assim que conheci o seu trabalho como joalheira.

E amei as pulseiras em que você pode gravar a(s) sua(s) palavra(s) favoritas ou mais significativas. Se bem me recordo, essa coleção é a Parole.
  


A minha escolha foi parte de um dos meus versículos bíblicos preferidos: "não temas"; e eu sempre completo mentalmente: "crê somente". Me ajuda a lembrar do cuidado diário e amoroso de Deus em meio à correria diária.


E a minha pulseira veio numa embalagem linda, com um cartão manuscrito muito querido:



Meu objeto de desejo (e será minha próxima aquisição) é esse anel lindo:



Pra quem se interessar, o Insta dela é @sylviadreher ; onde a Sylvia posta fotos lindas de Bento Gonçalves, sua cidade, e seu cotidiano, além de suas lindas jóias.



E o site é www.sylviadreher.blogspot.com.br , onde, aliás, é possível conferir a trajetória dessa mulher incrível que deu uma guinada na vida aos 50 anos, quando passou a se dedicar à joalheria.



Curti muito isso que a internet nos proporciona: a chance de conhecermos pessoas extraordinárias, com as quais seria difícil cruzarmos nosso caminho de outra forma.

Aliás, se você se interessar por qualquer das peças da Sylvia, é justamente a internet que viabiliza a aquisição: acertamos tudo por Instagram e WhatsApp.

O dia em que me rendi à chapinha

Nunca tive a menor paciência para lidar com o meu cabelo e nunca nem me considerei muito jeitosa pra isso. E ele é fininho e delicado, o que contribui para que não queira me relacionar com ele.

Logo, sempre optei por cortes bem práticos, em que eu pudesse passar uns jatos desordenados de secador e o cabelo estivesse pronto.

Porém, realmente não estava conseguindo me acertar com a minha última versão.

Alie-se a isso um dia de clima não muito bom, e meu cabelo estava parecendo um ninho de passarinho meio louco na sexta passada.

Foi a gota d'água. Foi o dia em que saí do escritório direto para o shopping, pra comprar uma chapinha (ou prancha).

Minha opção foi a I.Steamer Titanium, da  Conair, vendida pela Polishop.



Porque escolhi essa: porque é de titânio, o que promete eliminar o frizz; e dá um banho de vapor iônico, cujo objetivo é hidratar o cabelo. E ainda vem com uma versão pocket bivolt, pra carregar na bolsa e em viagens. 


Fiquei extremamente satisfeita com o resultado. Não levava muita fé que teria habilidade e paciência suficientes pra colocar a tal chapinha em uso. Mas estou me aprimorando a cada dia.

É engraçado, sempre curti cuidar da pele, uso milhares de cremes, uns pela manhã, uns pela noite, um pra cada parte do corpo... E, por outro lado, sempre negligenciei o meu cabelinho... Por que fazemos isso?!?! 

O que eu queria não era ficar com o cabelo liso, chapado, escorrido. Queria apenas assentá-lo e tirar o frizz, sem correr o risco de estragá-lo. E foi exatamente isso o que consegui...

Estou plenamente consciente de que chapinha não é nenhuma novidade. Pelo contrário, é uma solução já bem velhinha. Porém, queria fazer a indicação dessa, que não estraga o cabelo e ainda vem em versão dupla.

Em segundo lugar, quero reconhecer publicamente que a Tâmim sempre teve toda a razão, em todas as vezes em que me apoquentou as idéias para usar chapinha (rsrsrs).

Por fim, foi muito bom ver que até que tenho jeito pra lidar com o meu cabelo e aprendi uma lição: de que investir dez minutos do meu tempo podem fazer a maior diferença para a minha aparência e para o meu humor.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Companhia do Viajante

Faz um tempão que estou por escrever sobre a minha agência de viagens do coração, a Cia. do Viajante.

Quando decidi que queria viajar pra República Dominicana vi que ia precisar de ajuda profissional, porque queria ir pra mais de uma cidade e tinha que acertar vôos, transfers, hotéis e outros detalhes que surgem e estava sem tempo nenhum pra isso.

Pesquisando na internet descobri o site da agência. Amei o lay out e fiz contato por e-mail.

A Greice, a proprietária, logo me respondeu e começamos a esboçar o que seria a viagem, com diferentes opções de datas, de hotéis (com link para os sites) e arranjos de destinos.

Em poucos dias estávamos com tudo fechado. Fizemos tudo pela internet.

Detalhe: a agência não fica na minha cidade, mas em uma próxima.

E dali a pouco recebi um envelope da Cia. com prospectos de todos os destinos que iria visitar e um bilhetinho fofo... Amei!!!!



E quando chegaram os vouchers a Greice veio pessoalmente no meu escritório entregar tudo e conversar comigo. Tudo separadinho e identificado.

Outra coisa que pra mim foi fundamental e fantástica: a disponibilidade da agência durante a viagem. A Greice se manteve em contato durante todo o tempo.

E ainda fizemos pesquisa de satisfação, não só da agência como também dos serviços no exterior, após o meu retorno.

Enfim, essa questão sempre foi um perrengue pra mim e agora está resolvida. Fiquei plenamente satisfeita.

Não importa o tipo de viagem. Se sozinho, se em grupo, se você está sozinho e quer se juntar a um grupo, nacional ou para o exterior; se você está precisando de uma agência, certamente a Greice pode te ajudar a fazer a viagem dos sonhos.

A Cia. do Viajante está no Face (Companhia do Viajante) e no Instagram (@ciadoviajante) e o site é www.ciadoviajante.com.br .

segunda-feira, 2 de março de 2015

La Cave, Florianópolis

Sexta-feira estava em Florianópolis e fui convidada a conhecer o La Cave Vin Champagne e Gastro Bar, na Rua Altamiro Guimarães, 260. Pertinho do Beira Mar Shopping, uma das ruas de entrada do estacionamento.

Gostei muito. Chegamos no horário do happy hour, por volta das 18:30, e sentamos na "área externa", que é coberta e envidraçada. Muito agradável em dias de calor não muito intenso.

O cardápio é bem convidativo e chega a ser difícil decidir o que pedir com tantas opções apetitosas...



Acabamos fazendo um mix. Começamos com a seleção de queijos e charcutarias artesanais, pães e chutneys variados.



Também pedimos as batatas rústicas com três molhos (aioli, pimentão picante e maionese de ervas).



E seguimos com tartar de polvo sobre creme de abacate e tomates secos caseiros.



Acompanhado de jamón serrano com mozzarella de búfala, tomates secos da casa, rúcula e foccacia.

Estava tudo delicioso, mas se tivesse que escolher apenas um prato, seria o tartar de polvo. Espetacular...

O La Cave trabalha com vinhos franceses, como nos explicaram. Esses petiscos maravilhosos foram regados ao Chateau D'Avrillé Rosé D'Anjou. Muito suave. 



Na nossa turma houve quem preferisse a cerveja. A escolha foi a Sul Americana, da Cervejaria Sankt Gallen. Experimentei e gostei muito - eu, que detesto cerveja...



A Sul Americana é do tempo do Império Brasileiro. A primeira foi tomada por Dom Pedro II e fazia muito sucesso na corte brasileira. Parece que foi relançada relativamente recentemente.

Enfim, o La Cave é um lugar de excelente comida, excelente bebida e ótimo atendimento. Basta ir em excelente companhia, como eu fui, para o pacote para passar um ótimo tempo lá estar completo...

Não encontrei site do local, mas está no facebook.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Medvet Clínica Veterinária - Caxias do Sul

Essa foi uma semana muito difícil pra nós. Perdemos a Mica, nossa gatinha amada, que foi nossa companheirinha fiel por 15 anos.



Ela teve alguns tumores de mama e câncer de pulmão.

Enfim, em verdade contei isso porque quero tanto agradecer quanto indicar a clínica que atendeu a nossa gatinha: a Medvet Clínica Veterinária, de Caxias do Sul.

A Dra. Rebeca Goldstein e sua mãe, Monica Goldstein, foram muito dedicadas e carinhosas com a Mica. E incansáveis.

Ela fez três cirurgias ao longo de alguns meses, e a clínica é bem preparada pra isso.

Também teve que ficar internada e fazer soro em diversos períodos, e igualmente recebeu todo atendimento na clínica. Inclusive à noite e em finais de semana.

E quando ela faleceu a clínica cuidou de tudo.

Para nós tudo isso fez muita diferença, porque vimos que nossa gatinha foi bem tratada e cuidada.

Por tudo isso super indicamos a clínica. Quem tem um bichinho que é praticamente membro da família sabe como é preocupante saber como ele será tratado quando longe dessa família.

O ambiente é clean, bonito e agradável. E os preços são justos.

A clínica fica na Rua 7 de Setembro, 111, Bairro Rio Branco, fone 54 3025-1012.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

República Dominicana e Panamá

Esse post encerra essa série sobre a República Dominicana e o Panamá.

Bem, os lugares onde fui na República Dominicana, Santo Domingo - na Zona Colonial - e Punta Cana, são essencialmente turísticos; então você encontra pessoas de tudo quanto é lugar do mundo. Norte americanos, canadenses, mexicanos, ucranianos, franceses, italianos, espanhóis, gregos, argentinos, chilenos... E muitos, mas muitos, brasileiros. E é esse caldeirão cultural que torna tudo tão interessante. Você pode praticar os idiomas que fala, faz novos amigos, da sua e de outras nacionalidades. Esse é um dos melhores aspectos dessas viagens.

A República Dominicana é um destino que congrega diferentes características. A Zona Colonial de Santo Domingo é riquíssima cultural e historicamente. Você se sente de volta no século XVI. E o litoral do país é de uma beleza natural estonteante, com resorts de excelente estrutura. E na parte chamada de Ciudad Nueva, em Santo Domingo, pode-se ver como as pessoas reais daquele país vivem.

É visível que os dominicanos valorizam muito as figuras que compuseram a sua História, como os Pais da Pátria, que tornaram o país independente do vizinho Haiti, que tomou conta do local após a saída dos colonizadores espanhóis. 

Também é um povo que se orgulha da sua origem multicultural, representada nas muñecas sin rostro, que justamente não tem o rosto com feições para representar essa multiplicidade. Achei essa foto exemplificativa na internet.

          


É um país que vive um momento econômico delicado, sustentando-se, basicamente, do turismo.

Já o Panamá, como comentei, me surpreendeu muitíssimo. Primeiro, é um país com uma economia forte. Encontrei pessoas da Colômbia e do Zimbábwe morando lá, pela qualidade e pelo custo de vida. E fiquei sabendo por essas pessoas que há muitos outros estrangeiros nessa mesma situação.

A Cidade do Panamá, que foi o único lugar que consegui conhecer, é bem estruturada, com excelentes avenidas e ruas e com muita beleza natural. Diria que une o melhor dos dois mundos, cidade e natureza.

E também é uma cidade que está revitalizando sua área de origem, reconstruindo o Casco Viejo, tão antigo quanto a Cidade Colonial de Santo Domingo.

Na Cidade do Panamá encontrei bem menos turistas, embora tenha topado com muitos brasileiros no hotel e nos shoppings.

Mas tive uma experiência interessante no meu tour. Meu guia era do Zimbábwe, já tinha morado na África do Sul e outros países americanos. Meus companheiros de tour eram um casal de norte americanos que já viajou bastante pela América Central, pelo Caribe. Então foi muito bacana trocar experiências de como a vida funciona em todos esses lugares e no Brasil.

O que ficou de mais forte para mim dessa experiência é que o continente americano e a América Central, especificamente, no caso, têm muito a nos mostrar sobre o presente e a nos ensinar sobre o passado. Eu ficava olhando todas aquelas construções do século XVI e pensando sobre o que vi do mesmo período nos lugares onde estive na Europa. E isso é uma das coisas de que mais gosto em viajar, essa viagem no tempo e essa reconstrução. 

Definitivamente, por conta dessa primeira experiência os países americanos entraram de vez na minha já extensa lista de lugares para conhecer...

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Os Patacones Panamenhos

O que provei no Panamá digno de nota foram os Patacones (foto retirada da internet).



É uma espécie de chips de banana da terra, quando ela está verde (foto da internet).



Faria as vezes da nossa popular batatinha frita.

Diz que é muito popular nos países da América Central e do Caribe.

Em alguns lugares os Patacones são chamados Tostones.

A palavra Patacones se refere a uma moeda do período colonial. Porque o bolinho lembra mesmo uma moeda de ouro... 

Na internet vi que tem até uma espécie de apetrecho para fazê-lo, a pataconera.



Em termos de gosto, parece um bolinho frito achatado, bem sequinho. É gostoso quando se come com algum acompanhamento, como esse molhinho da foto - minha, pois esse foi o prato que comi - onde aparece também um filé de corvina à milanesa - "apanado", como dizia no cardápio.



Os panamenhos comem bastante peixe, pelo que se vê.

Inclusive na Cidade do Panamá tem o Mercado del Marisco, onde meu guia disse que é muito barato para se comer. Um bom ceviche sai a US$ 1,25 (um dólar e vinte e cinco centavos)!!!