sábado, 31 de março de 2012

Nova edição do Etiquetário

Oi, pessoal!

Está acontecendo uma nova edição do Etiquetário, com promoções de diversas marcas do país.
O Etiquetário acontece na Rua João Paetzel, 928, em Porto Alegre.
Se alguém se interessou, a Mel já falou sobre ele aqui .
Vale a pena conferir.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Lellis Tratoria


A dica gastronômica de hoje é de Curitiba: Lellis Tratoria.

Para quem gosta da culinária italiana é um achado.

Abrindo os trabalhos, fatias de pão aquecido embebidas em azeite de oliva e polvilhadas de orégano, acompanhadas de azeitonas, berinjela bem temperada (divina!!!) e sardela (antepasto de sardinha, aliche, cebola, pimentão vermelho e polpa de tomate - maravilhosa!!!). Pra mim, que amo um pãozinho, tudo de bom...

Não vou nem falar sobre o bufê de saladinhas e afins e a mesa de queijos; nem passei perto.

Minha escolha para prato principal foi o conchiglione à camaresca. O conchiglione, massa, vem recheado com camarão, catupiry e gorgonzola. O molho à camaresca é de creme de leite, champignon, camarões, catupiry e parmesão gratinado. A descrição dispensa comentários...

De sobremesa, creme de manga com amaretto.

O atendimento é excelente e ainda conta com música (italiana, é evidente) ao vivo.

Para saber mais, clique aqui . O site é bem interessante, traz a parte institucional, com o histórico, missão, valores, e fotos, vídeos, o cardápio.

Gostei da missão do restaurante: "proporcionar aos amigos e clientes do Lellis Tratoria, momentos de felicidade".

Como lá está dito, as porções são realmente generosas, "pois essa é uma casa de família". Tipicamente italiano, rsrsrs.

A tratoria também tem unidades em São Paulo capital e em Campinas.

Certamente é um lugar para voltar...

segunda-feira, 26 de março de 2012

Jantar Especial


Sempre ouvíamos nossa amiga Fernanda Ferla comentando sobre as delícias e os quitutes preparados por ela. Mas, sabe como é, até ver de perto o produto...

Pois a guria prometeu e cumpriu. Preparou O jantar. E pensou em tudo, desde o mais singelo detalhe.



Registros fotográficos comprobatórios:

Entrada: casquinhas de siri... e são casquinhas verdadeiras! (quem entende do assunto diz que é tri difícil de conseguir).



Arroz com coco e camarão na moranga.



Como tudo tem uma história, não é qualquer arroz com coco. A Fernanda não se contentou em comprar o coco pronto por aí. Assou o coco e ralou.






Para o arremate, mousse de maracujá.



Estava tudo mais que delícia! Me senti muito honrada em ter sido convidada e jamais poderia deixar de prestigiar esse jantar...

Óbvio que nunca vou poder retribuí-lo aqui em casa... o máximo que pinta aqui é tele-entrega...

Verdade seja dita: é aquela velha história, "a fruta não cai longe do pé", "filho de peixe, peixinho é". A Fer é filha do Jorge Ferla, um dos cooks do União Cooks; que já foi matéria de post aqui .

domingo, 25 de março de 2012

La Jolla com amigos


De tanto falar no La Jolla (leia aqui e aqui ), minha amiga Maria Pia há tempos queria ir lá. Concretizamos ontem.

O La Jolla está sempre com novidades. Pratos novos e as Sugestões do Chef.

Minha escolha e a da Maria Pia: o Penne Paris, que faz parte das Sugestões do Chef. "Cubos dourados de frango, presunto, cogumelos, alho poró e nata fresca".



A escolha do Luciano, marido da Maria Pia: o Frango Vietnamita, ao molho curry vermelho, acompanhado de arroz branco e legumes.



A sobremesa foi torta de bolacha - delícia!!!






Minha próxima escolha será o espaguete com lascas de salmão...

Amo sábados preguiçosos (depois de uma manhã toda em aula, a bem da verdade), em que posso me dar ao luxo de dedicar meu tempo às pessoas que são preciosas pra mim...

sexta-feira, 23 de março de 2012

Blog da Harvard Business Review

Minha amiga Carolina Mascia sempre me dá dicas valiosíssimas. A de hoje foi o blog da revista Harvard Business Review - salvo já nos favoritos... Thanks, Carolinda.

Dois artigos interessantes que pincei numa breve furungada, para reflexão. Originais aqui  e aqui.

A gestão do “homem-rato”

Escrito por:
  • Mauricio Goldstein
Na última semana, tive conversas com dois altos executivos de grandes corporações brasileiras da indústria alimentícia e da indústria de construção. Parte da conversa foi sobre o processo de gestão de desempenho das empresas e como ele afeta a cultura da organização.

Basicamente, o processo de gestão de desempenho é geralmente o seguinte: alguém (possivelmente o seu chefe) estabelece objetivos para você, você trabalha durante o ano para atingi-los, alguém o avalia e lhe dá uma nota que lhe traz consequências (financeiras, de status, de continuidade na empresa, de acesso a treinamentos, etc.). Há pequenas variações no tema: maior ou menor participação do empregado no estabelecimento de suas metas e na autoavaliação ao final do período, sistemas de avaliação mais ou menos sofisticados, envolvendo diferentes dimensões (como o famoso 9-box da GE que avalia o quê você fez e como), feedback obtido de mais pessoas além do seu chefe, avaliação feita após um diálogo com o empregado ou numa sala fechada e apenas comunicada a este, etc.

Minha opinião: independentemente das variações, no fundo estamos falando sempre de um mesmo modelo: alguém lhe dá objetivos, você “performa”, alguém o avalia ao final e você recebe as consequências. E este modelo é fundamentalmente infantilizador!!! Quando eu trabalhava numa multinacional, confesso que odiava a época do ano onde eu ia ser avaliado e ia avaliar os meus subordinados. Isto porque me sentia novamente numa escola tradicional, uma criança que se submete aos desejos e opiniões de seus professores, com baixo grau de autonomia e alto grau de submissão. Não que eu seja do tipo que joga o jogo da vítima, mas achava difícil escapar desta dinâmica infantilizadora com este tipo de processo.

Lembro-me de uma conversa com um executivo que lidera uma unidade de negócios global vivendo na Europa sobre o melhor dia do ano de um profissional: para um empreendedor, o melhor dia do ano é o dia em que ele fecha um excelente negócio; já o melhor dia de um executivo é o dia em que ele faz uma apresentação fantástica para o presidente da empresa ou para o conselho. Fiquei surpreso, mas consegui me reconhecer nesta sua descrição!

O que isto quer dizer? Muitas vezes, não trabalhamos mais para agregar valor ao cliente e para o mercado, para criar uma organização sustentável, para colocar em prática nossa vocação, mas trabalhamos para ter uma boa nota ao final do ano. Conheci muita gente que faria de tudo para atingir suas metas, mesmo que soubesse que não era mais o melhor a ser feito! E assim nasce boa parte da politicagem que toma conta do ambiente corporativo.

No século XX, fomos levados a acreditar que humanos são como ratos e respondem a um modelo skineriano de estímulo-resposta: recompensa e punição. E gerimos nossas organizações desta forma até hoje. E o fazemos porque funciona! Pelo menos por um tempo, até que comecemos a enviar apenas nosso corpo submisso ao trabalho, mas deixamos nossa alma preservada para momentos mais nobres, onde sentimos nosso propósito de vida sendo realizado, nossa paixão pulsar, nosso talento florescer... E o impacto disto são empresas sem inovação, pessoas infelizes no trabalho, crimes corporativos, um meio ambiente degradado, clientes insatisfeitos, abusos de todos os tipos!

Em seu livro Drive, Daniel Pink explora o que realmente motiva um ser humano adulto e resume seus achados em três elementos: Propósito (eu encontro significado no que estou fazendo), Autonomia (tenho liberdade para atuar) e Maestria (aprendo e me torno melhor a cada dia). Vários estudos já comprovaram que a remuneração é um fator apenas higiênico: se está muito baixa, causa insatisfação; mas se está alta, não motiva internamente a pessoa, apenas a faz cumprir com ordens dadas.

Mas por incrível que pareça, continuamos a usar um modelo de 100 anos atrás para gerir “recursos humanos”. Várias escolas já adotam modelos construtivistas, montessorianos, antroposóficos, mas nas empresas, continuamos com um modelo tradicional! Como diz o velho ditado, ainda manda quem pode e obedece quem tem juízo.

Voltando a uma das conversas da semana passada, chegamos a uma conclusão: como seria se nossos objetivos para o ano deixassem de ser dívidas que assumimos com nossos empregadores, e voltassem a ser sonhos compartilhados nos quais acreditamos e investimos? Como seria um modelo de gestão que fomentasse o espírito de dono, a criatividade, a responsabilidade, agregasse valor ao cliente e ao mesmo tempo gerasse um alto grau de motivação intrínseca e felicidade? Como deixamos de gerir ratos e reconectamos com o humano que existe na essência das organizações? Acredito que são estes novos modelos que precisamos experimentar para um futuro viável e pleno.
Mauricio Goldstein é sócio-fundador da Pulsus Consulting Group, mestre em Engenharia de Produção, com especialização em Desenvolvimento Organizacional pela Columbia University.




Clássicos HBR: Um chute no traseiro

Escrito por:
  • Marcelo Nakagawa
Dos que estão, as reclamações são parecidas. Essas pessoas querem conquistas e reconhecimento rápido, um trabalho relevante e não um trabalho qualquer, querem mais responsabilidades que criem oportunidades para avançar na carreira e para crescerem pessoalmente. Além disso, essas pessoas não se preocupam muito com as políticas da empresa, com os níveis de direção e tratam o chefe sem nenhuma cerimônia. Mas também não reclamam muito se as condições de trabalho e nível salarial estiverem na média de mercado.
 
 
Dos que chegam, as preocupações são parecidas. Será que terei condições de mostrar a minha capacidade em situações de desafio e será que serei reconhecido por isto? Será que esta função é realmente estratégica para a empresa e terei liberdade para exercê-la? Se superar as expectativas da função, terei condições de avançar na carreira e crescer pessoal e profissionalmente? Por outro lado, não quero ficar me preocupando muito com as burocracias da empresa, as relações com as outras pessoas e condições de trabalho. Salário? Um salário razoável com uma boa política de bônus “tá blz”.
 
 
Se você acha que estas reclamações e preocupações sintetizam as discussões de gerações X e Y, deveria ler (ou reler) One more time: How do you motivate employees, artigo publicado na Harvard Business Review, edição de janeiro/fevereiro de 1968 e escrito por Frederick Herzberg. E ainda, se achou que o título deste artigo remete famosa à frase secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, sobre a necessidade do Brasil receber um chute no traseiro para se mexer e avançar nos preparativos da Copa do Mundo em 2014, também deveria refletir a respeito do artigo de Herzberg.
 
 
No artigo, Herzberg explica, logo no início, que uma das melhores formas para motivar alguém é dar-
lhe um chute no traseiro. Mais de quarenta anos depois, parece que isto ainda é adotado.
 
 
Mas Herzberg explicava em 1968 que há outros fatores para criar situações em que o colaborador encontre os motivos para fazer mais e melhor aquilo que tem que fazer. E isto entrou para a literatura de negócios como a Teoria dos Dois Fatores. Em seu entendimento, ele explica que fatores como espaço para conquistas, situações de reconhecimento, significado do trabalho, espaço para responsabilidades e oportunidades para avanços na carreira e crescimento pessoal, quando presentes na organização, criam situações para a maximização da satisfação pessoal no trabalho. Chamou estes fatores de motivadores.
 
 
Por outro lado, há os fatores que chamou de higiênicos como boas normas da empresa, supervisão, relacionamento com o chefe, condições de trabalho e mesmo um bom salário, que quando ausentes geram, é claro, insatisfação com o trabalho. Mas, curiosamente, quando presentes, não necessariamente, contribuem para o aumento da satisfação com o trabalho. No levantamento de Herzberg, estes fatores até podem ter um impacto positivo no curto prazo, mas são os fatores motivadores que farão com que o colaborador encontre os motivos para fazer mais e melhor no médio e longo prazo.
 
 
Se tem lido esses livros que rotulam os jovens de Geração Y, considere também as proposições de Herzberg de 1968. Estão meio empoeiradas, mas sua teoria ainda é atual para discussões e reflexões. O autor recebeu inúmeras críticas, mas um número maior de defensores. Neste momento, não importa de que lado está desde que reflita sobre as melhores condições para ter os melhores desempenhos. Só não vá gostar da ideia do chute no traseiro...
 
 
Marcelo Nakagawa é professor e coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper

Gran Pure


Descoberta da semana: barras de granola Gran Pure. Muito boas!!! Bem diferentes. Vim a saber depois que são tão crocantes porque são assadas.

Também são diferentes porque a linha oferece sabores salgados. Experimentei a de azeite de oliva e ervas finas e a de morango com chocolate. E digo que a salgada é ainda melhor que a doce... partindo de mim, gostar mais do salgado do que do doce, é novidade...

Estou curiosa para provar a marguerita (queijo, tomate e manjericão), a de peito de peru com requeijão e a quiche primavera (de cenoura e espinafre).

Os sabores doces são igualmente interessantes. Além da de morango com gotas de chocolate, há também a de castanha com chocolate, aveia e mel e banana com canela.


São feitas com quinua real, linhaça, semente de girassol, cevada, trigo, centeio e aveia; no site diz que não contêm aditivos químicos, conservantes, corantes ou aromatizantes artificiais.

Aliás, consultando o site vi que a família de produtos é maior; inclui cookies e granola em pedaços.

Produtos aqui de Gramado, na serra gaúcha.

Para saber mais, visite o site .

Em suma, vale experimentar.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Presente!!!!

Presente fofo que uma cliente querida me deu. Acertou em cheio!!!








A caixa também é uma lindeza. E quem tem coragem de se desfazer de uma caixa dessas? Será muito útil...






O pacote também era tão lindo quanto. Pena que sou como criança, já saio desfazendo o pacote... Nem deu tempo de registrar...

Esses gestos de delicadeza e sensibilidade sempre me encantam. Há muito guardado nesses sinais. Satisfação, carinho, respeito, reconhecimento.  E o todo tem um valor inimaginável... "O meu muito obrigada por todo o carinho e atenção", diz o cartão, tão precioso quanto o presente.

terça-feira, 20 de março de 2012

É tudo tão simples, Danuza

Faz tempo que não posto nada sobre minhas leituras. Deve ser porque me coloquei a ler vááááários livros ao mesmo tempo e estou numa luta ferrenha para terminar cada um...

Mas o último livro da Danuza Leão, É tudo tão simples, li numa sentada, de uma vez só. Porque é leve, divertido, desencanado, descontraído... Me peguei várias vezes rindo sozinha, assim como me identifiquei muito com o pensamento dela para várias situações. E, claro, lá pelas tantas ela diz muitas verdades, daquelas que valem para todos.




Alguns trechos prediletos e alguns divertidos:

"Se você mora só, o fundamental é aprender a se curtir, a ficar em silêncio, a ser dona de seus pensamentos, de seus momentos. Mesmo que seja casada e tenha cinco filhos, arranje um tempo que seja só seu. Se for difícil, vá para a sala quando todos estiverem dormindo, acenda as luzes e usufrua dessa paz, todo mundo tem esse direito; para isso, ponha um sonífero no copo de água do seu marido. Maridos odeiam ver as mulheres sozinhas, pensando. Se você é casada, acorda com insônia às três da manhã, e resolve ir para a sala, ou beber um copo d'água na cozinha, TODOS os maridos do mundo acordam e perguntam: 'Aonde você vai?' Você responde qualquer coisa, e eles dizem: 'Não demora, tá?' Essa pergunta merece respostas do tipo: 'vou jogar boliche', 'vou dar uma volta', 'vou ao dentista' etc. Se eu não puder ficar sozinha, tenho um treco". (p. 36-37)

"Vou confessar o que você já deve ter percebido: não faço parte da turma moderna. Mas, como sei que Ruy Castro, Ferreira Gullar e Woody Allen também não, estou em boa companhia; não tenho nem celular, nem smartphones como Blackberry ou iPhone, não tuíto, não pertenço à comunidade do Facebook, não tenho blog nem site; essas coisas estranhas, só conheço de ouvir falar. Gosto da minha privacidade, de ficar só, o que seria impossível se entrasse nas redes sociais, e quanto a mandar meus arquivos para a nuvem, prefiro que eles fiquem comigo, bem pertinho. Também não tenho nenhuma pressa em saber das novidades, se o ministro caiu, se foi presa a quadrilha de traficantes, se Kate e William vão ter um filho; se souber duas horas depois, minha vida não vai mudar em nada, e no peito dos não internautas, juro, também bate um coração". (p. 75)

"Por essas coisas e várias outras, não me hospedo em casa de ninguém em lugar nenhum do mundo; se não puder pagar meu hotel, por mais modesto que seja, prefiro não ir. Também não hospedo ninguém, claro, só em caso de calamidade pública.
Uma vez me hospedei na casa de uma amiga, em Miami. Ela me perguntou: 'O que é que você come de manhã? Porque aqui em casa não tem nada,' Me senti tão bem, tão à vontade, que acho que à casa dela eu até voltaria". (p. 98)

"Adoro essa programação boba; em viagem eu gosto de não 'ter que' nada, e sempre prefiro os bons momentos que tenho comigo a ver a mais fantástica obra de arte de um país remoto. Não sei se estou certa ou errada, e não estou dando conselhos. Cada um sabe o que privilegiar e fazer o que gosta de verdade, não indo nunca pela cabeça de ninguém, nem pela minha. Eu tenho a pretensão de passar por 'local', mas não adianta, sou sempre identificada como turista". (p. 120)

"E que esse seja seu mantra: malas, restaurantes, lugares onde passar férias, relógios, sapatos, tudo, absolutamente tudo, se o mundo acha que está na moda, é porque não está mais". (p. 130)

[Morar só] "Vai ter que aprender um monte de coisas: encarar um supermercado só comprando coisas bem fáceis, tipo iogurte, pão de forma, Polenguinho ou queijo fatiado - para não sujar a faca e ter que lavar -, frutas fáceis, como tangerinas, maçãs e uvas; biscoitos, Coca-Cola, e não muito mais que isso. Nem pense em coisas que precisam de panela, frigideira, gordura. Macarrão parece simples, mas é complicadíssimo: tem que ter escorredor, manteiga, sal, pimenta-do-reino, queijo ralado; e ainda saber quando está al dente; afinal, você não se mudou para brincar de casinha, mas para ser independente e não ter nenhum problema, só os que não pode evitar". (p. 177).

Danuza me ganhou mesmo quando listou, dentre as coisas que não pode nem pensar em viver sem, seu advogado, que qualificou de "além de ser o máximo é meu amigo", p. 138.

Pra quem quiser conferir mais uns comentários sobre o livro, leia Alessandra Garattoni, do ItGirls , e Aninha Miranda, do 2befashion .

domingo, 18 de março de 2012

Simplicidade e felicidade, Eugênio Mussak

Nesse post já comentei o quanto aprecio o trabalho do Eugênio Mussak.

Portanto, não posso deixar de compartilhar esse texto dele, que é matéria da revista Vida Simples e cujo original está disponível aqui .



APOSTE NA SIMPLICIDADE PARA SER FELIZ

Há diversas maneiras de ser simples. Encontre a ideal para você e seja feliz!

Felizmente existe a ideia da simplicidade, e esta é, digamos, simples desde sua origem. A palavra é formada por duas outras de origem latina: sin, que significa único, um só, e plex, que quer dizer dobra. Ser simples significa ter uma só dobra, ao contrário do complexo, que tem várias. Simples!


Simplificar significa evitar a complexidade e criar uma vida sem mistérios? Há uma diferença fundamental entre ser simples e ser simplório. Os simples resolvem a complexidade, os simplórios a evitam. Eu conheço pessoas sofisticadas, intelectualizadas, que levam uma vida plena, realizam trabalhos difíceis, apreciam leituras profundas e têm hábitos peculiares. E continuam sendo pessoas descomplicadas. Conheço também pessoas simplórias, com pouca profundidade, que realizam trabalhos repetitivos, que têm poucas ambições, que apreciam rotinas e evitam os sustos de uma vida aventurosa. E mesmo assim são pessoas complicadas, para elas tudo é muito difícil, em geral impossível.


Não há um paradoxo em construir uma vida simples em meio à vida moderna, cada vez mais exigente? Hiroshi criou a Ecovila Clareando, uma comunidade autossustentável no interior de São Paulo que atrai gente comprometida com a natureza e com seus valores, como a sustentabilidade, sem a ingenuidade das "sociedades alternativas" de antigamente, mas tendo a simplicidade como filosofia. Ele planta e produz praticamente tudo o que precisa para se alimentar, domina as técnicas de construção ecológica e de produção de energia limpa. Mas não é um isolado, viaja, participa de congressos, dá palestras, toca violão, compõe músicas. E é alegre em tempo integral.


Goldberg é professor da New York University, onde faz pesquisas sobre o cérebro humano, e consegue falar sobre seu funcionamento de maneira compreensível. Escreveu alguns livros, entre eles O Paradoxo da Sabedoria, em que afirma que, apesar do envelhecimento do cérebro, a mente pode manter-se jovem. Seus textos são o melhor exemplo de como se pode simplificar o complexo, pois são sobre neurofisiologia, mas qualquer um entende. Eu não poderia imaginar vidas mais diferentes e, ao mesmo tempo, mais parecidas. Ambos carregam uma leveza própria das pessoas que decidiram não complicar, sem abrir mão de seus desejos, projetos, pequenos luxos, enfim, da vida normal. Pessoas assim, que fazem a opção da simplicidade, têm alguns traços comuns. Identifico cinco deles:


1. São desapegadas: não acumulam coisas, fazem uso racional de suas posses, doam o que não vão usar mais.


2. São assertivas: vão direto ao ponto com naturalidade, mesmo que seja para dizer não, sem medo de decepcionar, não "enrolam" nem sofisticam o vocabulário desnecessariamente.


3. Enxergam beleza em tudo: em uma flor no campo e em um quadro de Renoir; em uma modinha de viola e em uma sinfonia de Mahler; em um pastel de feira e na alta gastronomia.


4. Têm bom humor: são capazes de rir de si mesmas e, mesmo diante das dificuldades, fazem comentários engraçados, reduzindo os problemas à dimensão do trivial.


5. São honestas: consideram a verdade acima de tudo, pois ela é sempre simples e, ainda que possa ser dura, é a maneira mais segura de se relacionar com o mundo.


Ser simples, definitivamente, não é abrir mão de nada. É possível apreciar o conforto, a sofisticação intelectual, as artes, o prazer da culinária, a aventura das viagens e continuar sendo simples.


Pois ser simples não é contentar-se apenas com o mínimo para manter-se fisicamente vivo, uma vez que não somos só corpo, também somos imaginação, intelecto, sensibilidade e alma. E esta última é, sim, simples, mas não é pequena, a não ser, é claro, que a pessoa queira.

Torre Eiffel

Volta e meia me recordo de alguns dos lugares impressionantes em que já estive e o que ultimamente anda na minha mente e coração é a Torre Eiffel.

Nossos amigos Luciano e Maria Pia nos deram a dica de irmos à Torre pelo lado do Trocadéro. Dica preciosa!!!

O Trocadéro fica de um lado da Torre, não muito distante,  e compreende a Praça do Trocadéro, o Palácio de Chaillot, um complexo de museus e teatro, e os Jardins do Trocadéro.

Conta com a estação de metrô Trocadéro.

Descemos nessa estação. Cedinho, às 8 horas da manhã. No inverno de Paris a sensação é de que é muito mais cedo, porque o dia amanhece bem tarde.

Tu sai da estação e te pergunta onde está a Torre. À esquerda um prédio alto, à direita à rua. Porém, basta seguir em frente que num repente eis que ela surge à tua esquerda. Visão inesquecível!





Vista da descida pelos Jardins:




A abertura para a subida é só às 9:30; mas compensa chegar bem antes e contar entre os primeiros da fila. No inverno é bom ir com roupa beeeeeem quente, porque é especialmente frio ali aos pés da torre, e venta muito.

A dica é subir diretamente ao topo; que àquela hora estará consideravelmente vazio, propiciando que se aproveite muitíssimo mais da vista e das fotos.

Arco do Triunfo:



Palácio de Chaillot:



Depois - enquanto a multidão está se acotovelando pra subir no topo - é descer na segunda parada e aproveitar a loja de souvenirs e a lancheria; que serve chocolate quente, pain de chocolat e croissants deliciosos a preços honestíssimos - me surpreendi com o preço; por ser um local turístico pensei que seria exorbitante, e era muito mais em conta do que muitos outros lugares.

A Torre rende lembranças fantásticas de todos os ângulos.

Do Campo de Marte:



Deslocando-se da Escola Militar em direção ao Hotel des Invalides:




Vista do Louvre:



Vista do alto do Arco do Triunfo:







Do alto do Centre Pompidou:



Do alto da Galeries Lafayette:



Do alto da Notre Dame:



Do Rio Sena:



Onipresente símbolo maior de Paris...

Quero voltar a Paris, porque tenho que ir na Torre à noite.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Balança pra bagagem

Essa é pra quem curte viajar: fiquei tri feliz quando encontrei na Tok & Stok essa "balança portátil pra bagagem":




Já havia me dado muita tentação de comprar uma nos vôos internacionais, quando o pessoal de bordo passa gritando "duty free". Ela sempre está naquelas revistas. Mas acabei deixando. E nunca havia encontrado em outro lugar.

Ela é muito útil no retorno. Sempre compro muitos livros = muito peso. Logo, sempre corro o risco de excesso de bagagem... Ou melhor, corria...

terça-feira, 13 de março de 2012

Porta-retrato digital


Eu amo fotografias. Mas sempre surgiam vários empecilhos para curti-las: sem tempo pra mandar imprimi-las, custo - sim, porque se tu vai imprimir uma vez na vida e outra na morte quando vai quer fazer todas de uma vez -, falta de espaço para muitos porta-retratos tradicionais...

Daí que passei a usar um porta-retrato digital. Seleciono as fotos de que mais gosto, salvo num pen ou cartão e minhas fotos prediletas ficam desfilando o dia inteiro.

O meu é esse da LG.







Paguei uns R$200 em 2010; pesquisando agora na internet achei por até R$79.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Esplêndido e Magnífico

Descobri os produtos da Doce da Montanha, uma empresa de Minas Gerais.

The best: chocolate Esplêndido Diet, que é igual ao Chokito. Delícia mesmo!


Também é muito bom o Magnífico Diet, que é igual ao Prestígio.


Os dois são sem açúcar.

Encontrei na Farmácia do Diabético, na Rua Senhor dos Passos, 259, Centro.

sábado, 10 de março de 2012

Solidão (ou solitude?) criativa


Há um tempo fiz este post sobre solidão e solitude. E agora na edição de março da revista Cláudia a coluna "Inspiração Carreira" também aborda o assunto, na forma de um artigo de Cynthia de Almeida, intitulado Solidão criativa:

"A imagem da felicidade na mídia é sempre representada por grupos. No mínimo em duplas, se o clima for de romance. Turmas sorridentes que conversam, se movimentam e dançam são cenas alegres, desejáveis, em contraponto ao retrato de um indivíduo solitário, seja lá o que estiver fazendo. O isolamento não é popular na nossa cultura. E, desde que, há algumas décadas, definiu-se que o ser humano era, além de mais feliz, mais criativo e produtivo em grupos, estudar e trabalhar virou atividade coletiva. O brainstorming, a chuva de ideias ou toró de palpites, tornou-se o modelo de inspiração corporativa do século 20 para solucionar, inovar, criar e chegar ao melhor resultado. Os escritórios, estúdios, agências, redações derrubaram suas paredes, e até mesmo os cubículos acanhados dos anos 1980 se desmonstaram em espaços livres, onde todos se escutam, se veem e se comunicam com facilidade.
O mundo estabeleceu esse modelo bem antes de a internet chegar e ser de fato o lugar sem paredes para ampliar nosso potencial criativo por meio do contato virtual com milhares de outros cérebros. No multiconectado século 21, no entanto, o que vemos em estudos recentes é: estar só, trabalhar em silêncio e com privacidade pode ser melhor, mais criativo e eficiente do que em grupo. A consultora americana Susan Cain, autora do livro Quiet, The Power of Introverts in a World That Can't Stop Talking (Quieto, o poder da introversão em um mundo que não consegue parar de falar), defende a tese de que é hora de valorizar a introversão e promover um equilíbrio de poder entre aqueles que falam muito e rapidamente e os que se sentam no fundo e pensam. Esse tipo de profissional, tachado de tímido e pouco valorizado em ambientes que exigem que as pessoas se coloquem e marqueteiem suas ideias antes que alguém o faça, é o que normalmente não é ouvido durante as reuniões de brainstorming.
Estudos no campo da neurociência analisam a eficiência da reunião criativa e constatam que, além de intimidante para os introvertidos, ela gera o efeito coletivo de mimetização. Quando pensamos diferente do grupo, diz o neurocientista Gregory Berns, ativamos em nosso cérebro a amígdala, órgão associado ao medo da rejeição. Permanecemos, por pavor de sermos contestados, presos à ideia do grupo, que nem sempre é a melhor. Outros estudiosos da neurociência, Nicholas Kohn e Steven Smith, alertam para um efeito cognitivo dos debates em grupo, onde tendemos a nos fixar em uma ideia e, a partir daí, bloquear o raciocínio para outras.
O terapeuta organizacional Adrian Furham defende que trabalhar em brainstorming é uma insanidade e que, se a empresa tiver pessoas talentosas e motivadas, elas devem ser encorajadas a trabalhar sozinhas, em ambientes em que a criatividade e a eficiência sejam prioridade.
A maior parte dos artistas, dos nerds, cientistas - enfim, dos grandes criadores - trabalha e pensa melhor isolada. Segundo o parceiro de Steve Jobs, Steve Wosniak, os criativos vivem imersos na própria cabeça. 'Trabalhe sozinho', aconselha o gênio por trás do gênio da Apple." 

Particularmente, defendo a ideia de que as pessoas possam se expressar livremente. E aí também entra a possibilidade de se trabalhar sozinho, se a pessoa for mais produtiva assim. Alterno momentos em que estou imersa na minha própria cabeça e momentos em que quero trocar minhas conclusões com outro colega.

É alentador saber que aqueles que gostam de trabalhar sozinhos - que apreciam a solitude - estão sendo vistos de forma mais positiva...

sexta-feira, 9 de março de 2012

Porta-Joias

Quem tem talento tem. Trouxemos de Lisboa um daqueles azulejos decorativos portugueses para nossa amiga Maria das Graças Mascia. Como ela é uma verdadeira artista, olhem que lindo porta-joias ela montou a partir do azulejinho. Muito show!






Admiro tanto quem tem toda essa criatividade...




L'Odyssée de Cartier

Gente, belíssimo esse vídeo que descobri pela minha dileta amiga Karen Kirchhof. Amei tudo!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Gatos e le curiosism

Amo esse vídeo...



Como li hoje no Face, "criatividade é a inteligência se divertindo".

quarta-feira, 7 de março de 2012

Martelo, Tok & Stok

Esse está na minha wishlist:








Prático, compacto e fashion!!!

"Kit de ferramentas, contendo 1 martelo em aço pintado, 3 chaves de fenda (1/4" ,1/8" e para óculos), 1 chave philips e 1 punho de força, em aço com acabamento cromado."
Tok & Stok. R$65,00

terça-feira, 6 de março de 2012

Ladurée

Gente, a Ladurée é uma doceria francesa, fundada em 1862! Sim, 1862!!!
Começou como uma padaria e hoje é um café e também restaurante.
Como chegamos muito cedo (eles servem almoço até as 15h...), não pudemos sentar no café para degustarmos o macaron, especialidade da casa.
"Macaron" é um pequeno bolo, crocante por fora e macio por dentro.
Nossa escolha foi o de Chocolate Branco (eu e a Mel A-D-O-R-A-M-O-S chocolate branco!!!) e o Floresta Negra. A imagem diz tudo...


E olhem a cara de alegria da pessoa, saindo da loja com sua caixinha...






Olhem só que lugar lindo!!!



Como dá para notar, o lugar fica lotaaaaaado. Forma-se fila na rua.



Essas são algumas das delícias oferecidas pela casa:




Isso me encanta em Paris, não só na Ladurée: o cuidado com os detalhes! Olhem o primor das embalagens, de todos os tamanhos, formatos... Tudo é pensado para encher os olhos e agradar o paladar...



Quem vai para Paris, não pode deixar de dar uma passadinha pela Ladurée! (Aliás, o site é muito fofo!!!).